Castro Alves toma a natureza como matádora para as expressões de ideais elevados e da volúpia do amor e do desejo, retratando as suas aspirações no lado das paisagens brasileiras em versos de beleza incomparável. A morte em Castro Alves aparece como amargura limitadora do desejo de viver. Ele ama a vida e seus prazeres, tem desejo de mudar as estruturas sociais de seu país.
"Queremos viver tudo e fora dos guetos. E se não sabemos por onde vamos, sabemos que por aí não vamos".
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