sábado, 11 de julho de 2015

A morte.

A morte nos ronda de todas as formas, impossível passar um dia sequer, sobre essa terra, sem bater de frente com ela, e no meu caso, sair lambendo as feridas...
Sem querer, entrei no face da Marlice..., juro, não procurei por ela, aconteceu. É como falo, a morte rondando...
Lembrei de como aparentava ser forte, de como somos parecidas, esta espontaneidade é da boca pra fora, enquanto a dor que me corrói os ossos, mas não aflora o que tem de podre por dentro das carnes a se debater como vivos, e ao chegar no limite, explode adormecendo a mente, seguindo por um torpor inebriante a se derramar em lágrimas, feito larva fervente de um vulcão... Vem um alívio momentâneo e o processo recomeça, essa fonte nunca seca... Nunca.
Eu estou cansada. 

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